
Brigitte Bardot
Jorge Veiga
O fascínio de Brigitte Bardot no olhar de Jorge Veiga
"Brigitte Bardot", de Jorge Veiga, explora de forma leve e irônica o impacto que a atriz francesa causou no Brasil dos anos 1960. A canção destaca como Bardot, símbolo de sensualidade e liberdade, despertava grande curiosidade e agitação, especialmente nas salas de cinema. O verso “Brigitte beijou, beijou. Lá dentro do cinema, todo mundo se afobou” mostra como suas cenas ousadas eram vistas como provocantes para a época, gerando alvoroço entre o público brasileiro.
A letra segue com uma série de perguntas bem-humoradas sobre o que explicaria tanto magnetismo: “Será pelo pé? Não é. Será o nariz? Não é...”. Ao nunca chegar a uma resposta, a música reforça o mistério em torno do charme de Bardot, sugerindo que seu apelo ia além da aparência física. O uso do apelido “BB” revela a intimidade e idolatria popular, enquanto o trecho final “Você, que é boa e que é mulher, me diga então por quê que é” mostra que nem mesmo outras mulheres conseguiam explicar o fenômeno Bardot. Assim, a música se torna um retrato divertido e crítico do fascínio coletivo que a atriz exerceu sobre o Brasil, refletindo tanto o contexto cultural da época quanto o poder de um ícone internacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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