
Última Barbada
Jorge Veiga
Humor e crítica social em “Última Barbada” de Jorge Veiga
“Última Barbada”, de Jorge Veiga, aborda com humor o ciclo de esperança e frustração vivido por quem aposta em corridas de cavalos. O termo “barbada”, central na música, refere-se a uma aposta considerada certa, mas aqui é usado de forma irônica: o personagem Edgar, ao invés de pagar o aluguel, arrisca tudo no hipódromo, confiando em dicas supostamente infalíveis, como a da Flora sobre o cavalo Zoom-Zoom-Zoom. No entanto, essas apostas acabam sempre em decepção, levando Edgar a repetir o lamento: “estou arruinado”.
A letra retrata de forma leve o cotidiano de quem busca soluções fáceis para problemas financeiros, mas acaba preso em um ciclo de autossabotagem. O tom descontraído do personagem, que volta para casa “encabulado” e tenta justificar o fracasso com um sorriso, mostra como essas pequenas derrotas fazem parte da rotina de quem aposta. O final, em que o cavalo “estava em último lugar”, reforça a crítica à ilusão das “barbadas” e ao hábito de apostar o que não se pode perder. Jorge Veiga usa o humor para tratar de um tema comum, mostrando como a esperança pode se transformar rapidamente em frustração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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