
Vela de Acender, Vela de Navegar
Jorge Vercillo
Dualidade e transformação em “Vela de Acender, Vela de Navegar”
Em “Vela de Acender, Vela de Navegar”, Jorge Vercillo utiliza um jogo de palavras entre “vê-la” e “vela” para criar uma letra rica em significados. A canção explora tanto o ato de enxergar a pessoa amada quanto a simbologia da vela, que pode iluminar (acender) e impulsionar uma jornada (navegar). Essa dualidade mostra como a presença da pessoa amada inspira o narrador a se transformar, repensar a própria vida e sonhar com novas possibilidades, como no trecho: “Vê-la me faz sonhar com outra vida que eu nunca quis levar”.
A repetição de frases como “ela é que me dá asas pra voar” e “ela é que me dá força” reforça o papel fundamental da pessoa amada como fonte de liberdade, coragem e autoconhecimento. O amor é apresentado como um motor de mudanças internas profundas, levando o narrador a se enxergar de outra forma e a buscar ser alguém melhor, como em “Vê-la me faz me ver, vê-la me faz querer mudar”. O verso “vela de acender, vela de navegar, eu acendi, ela jogou no mar” sugere que a inspiração recebida não é estática: ela ilumina e também impulsiona, levando o narrador a se lançar em novas experiências. A atmosfera otimista da música reforça a ideia de que o amor verdadeiro transforma e liberta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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