Filha do Mar, Berço da História
Jorge Von
Corre o ano de mil quinhentos e trinta e dois
Martim Afonso chega e o destino se traçou
Mas a história que veio antes e a que veio depois
Nesta terra de Anchieta o tempo eternizou
Cercada por rios, de frente pro mar azul
Nascia a segunda vila de todo este país
Orgulho do litoral, joia do Sul
Onde o povo plantou sua forte raiz
Itanhaém, ó Itanhaém
Quem te conhece não esquece jamais
A tua história que o vento mantém
Nas águas claras dos teus canais
És a primeira em meu coração
Berço de pedra, de Sol e de fé
Canto o teu nome com toda emoção
Filha do mar, meu Itanhaém
Subindo o morro, a Igreja do Convento
Guarda segredos de séculos atrás
No Monumento de Anchieta, o pensamento
Voa na Cama de Pedra e traz a paz
O Rio Itanhaém, serpente de prata
Abastecia os antigos que aqui viveram
Da mata atlântica à areia da praia
Quantas gerações em teu solo cresceram
Itanhaém, ó Itanhaém
Quem te conhece não esquece jamais
A tua história que o vento mantém
Nas águas claras dos teus canais
És a primeira em meu coração
Berço de pedra, de Sol e de fé
Canto o teu nome com toda emoção
Filha do mar, meu Itanhaém
E no balanço do mar, na Praia do Sonho
O pescador joga a rede pro sustento buscar
Benedito Calixto pintou o que eu componho
A beleza divina que existe nesse lugar
Do passado de glória ao futuro que vem
Ninguém segura a força que a tua gente tem
Itanhaém, ó Itanhaém
Quem te conhece não esquece jamais
A tua história que o vento mantém
Nas águas claras dos teus canais
És a primeira em meu coração
Berço de pedra, de Sol e de fé
Canto o teu nome com toda emoção
Filha do mar, meu Itanhaém



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