
Canto Moço (Filhos de Madrugada)
José Afonso
Esperança e resistência em “Canto Moço (Filhos de Madrugada)”
A música “Canto Moço (Filhos de Madrugada)”, de José Afonso, destaca o papel de uma geração que enfrentou a opressão durante a ditadura em Portugal. A expressão “filhos da madrugada” representa aqueles que lutaram por liberdade, tornando-se símbolo de esperança em um período marcado pela repressão. O tom sereno e otimista da canção aparece em versos como “à procura da manhã clara” e “acendemos uma fogueira / para não se apagar a chama”, que expressam o desejo coletivo de renovação e a persistência diante das dificuldades. Esses elementos refletem a essência da música de intervenção portuguesa, da qual José Afonso é um dos principais nomes.
A letra faz uso de imagens do mar, da noite e da luz para ilustrar a busca por um futuro melhor. Trechos como “navegamos de vaga em vaga” e “largaremos p'la noite fora” sugerem uma jornada contínua e corajosa em direção à liberdade. Já a referência à “mensageira pomba chamada / companheira da madrugada” traz à tona a ideia de paz e esperança, valores fundamentais para quem resistia ao regime salazarista. O verso “vira a proa minha galera / que a vitória já não espera” indica que a conquista da liberdade está próxima. Assim, a canção se firma como um hino de esperança e resistência, cuja mensagem segue relevante para diferentes gerações em Portugal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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