
Entrudo
José Afonso
Tradição e irreverência popular em “Entrudo” de José Afonso
A música “Entrudo”, de José Afonso, retrata com leveza e bom humor o ambiente festivo e irreverente das celebrações do Entrudo em Portugal, precursor do Carnaval. O verso “Ó entrudo chocalheiro / Que não deixas assentar / As mocinhas ao soalheiro” faz referência ao personagem do chocalheiro, figura típica dessas festas, conhecido por sua energia contagiante e por incentivar a participação ativa das jovens, simbolizando a quebra das normas sociais e a alegria coletiva que marcam o Entrudo.
O desejo repetido de “ir para o monte” sugere uma vontade de liberdade e de se afastar das convenções, buscando um espaço de autenticidade longe dos julgamentos. Os versos sobre as “casas caiadas” e a “caiadeira” trazem um tom de mistério e brincadeira, ao mesmo tempo em que evocam tradições rurais e o envolvimento da comunidade nas festividades. A menção ao “noivo mais a noiva / com um ramo de laranjeira” remete a rituais de fertilidade e renovação, elementos comuns nas festas populares, reforçando o clima de alegria, união e renovação. Assim, a canção transmite sentimentos de leveza, descontração e pertencimento a uma cultura popular vibrante e festiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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