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Letra

    Já bem tonto e abatido pelas dores do ciúme
    Se ver triste na cantina, um boêmio já sem fé
    Os nervos à flor da pele e chorando sem remédio

    Como louco, atormentado pela ingrata que o deixou
    Está sempre acompanhado do amigo que lhe resta
    Que lhe aconselha dizendo: Chega de tanto beber

    Nada se arranja com prantos, nada se arranja bebendo
    Ao contrário, faz lembrar e dói mais um coração
    Uma noite como louco, mordeu a taça em que bebia
    Que lhe fez golpes profundos, sua boca destroçou

    E o sangue que brotava, misturou-se com o vinho
    E, na cantina com grito, á todos estremeceu
    Não te aflijas, companheiro, se me está sangrando a boca
    Não te aflijas, pois eu quero o que resta desta taça

    Limpar a marca de um beijo que uma ingrata me deixou
    Moço, oh! Sirva-me mais desse vinho
    Sirva-me, para que acabe esta grande obsessão
    Moço, oh! Sirva-me mais desse vinho
    Quero limpar gota a gota
    O veneno desse amor

    Moço, oh!
    Sirva-me mais desse vinho
    Sirva-me, para que acabe esta grande obsessão

    Moço, oh!
    Sirva-me na mesma taça
    Quero limpar gota a gota
    Há-há-há-há-há-há-há-há
    O veneno desse amor


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