Ressurreição
José Campos e Sousa
Renovação e esperança em "Ressurreição" de José Campos e Sousa
Em "Ressurreição", José Campos e Sousa retrata o momento de transformação vivido por Portugal após a Revolução dos Cravos, em 1974. A música, lançada em 1975, utiliza imagens como "um silêncio que volta a cantar" para mostrar a passagem de um período de opressão para uma nova fase de liberdade. Metáforas como "pátria quebrando cadeias" e "deserto que vemos florir" reforçam a ideia de superação e renovação, refletindo o sentimento coletivo de esperança que tomou conta do país naquele contexto histórico.
A letra destaca o otimismo e a celebração da vitória popular, com trechos como "aurora que volta a sorrir nos olhos cansados do povo" e "bandeiras vermelhas", que remetem à energia das mudanças políticas e à participação do povo português. O verso "Lusitânia em giesta florida" faz referência direta a Portugal, usando a imagem da giesta, flor típica do país, para simbolizar a pátria renovada. Assim, "Ressurreição" se firma como um hino de esperança e confiança no futuro, traduzindo em palavras o sentimento de um povo que finalmente se vê livre para recomeçar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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