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A Viagem das Horas

José Mauro

LetraSignificado

    Reflexões sobre o tempo em "A Viagem das Horas" de José Mauro

    "A Viagem das Horas", de José Mauro, explora a passagem do tempo de forma sensorial e ritualística, usando imagens que destacam a impermanência da vida. A letra traz metáforas como “a floresta é incolor” e “as coisas são feitas de areia” para mostrar que tudo ao nosso redor está em constante transformação e desgaste. O verso “os planos são chama candeia, é cinza na palma da mão” reforça a ideia de que até os sonhos e intenções mais fortes acabam se desfazendo com o tempo, ressaltando a efemeridade da existência.

    O contexto do álbum, gravado em 1970 e lançado apenas em 1976, contribui para o tom melancólico e reflexivo da música, refletindo um período de incertezas pessoais e sociais no Brasil. A influência do candomblé aparece em referências a rituais de passagem, como em “é bom acender uma vela ao corpo que hoje caiu”, sugerindo um luto simbólico pelas mudanças e perdas inevitáveis. A repetição de imagens como “o sonho se quebra no ar” e “o tempo virou viração” reforça a ideia de ciclos e rupturas, mostrando que aceitar a fluidez do tempo pode ser uma forma de lidar com a solidão e a transitoriedade da vida.

    O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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