
Baile de Rancho
José Mendes
Tradição e humor no cotidiano em “Baile de Rancho”
Em “Baile de Rancho”, José Mendes utiliza detalhes sensoriais, como o cheiro de manjericão e extrato e o som da cordeona, para transportar o ouvinte ao ambiente dos bailes gaúchos. Esses elementos ajudam a valorizar a experiência coletiva e simples do interior, aproximando quem ouve da atmosfera típica do Rio Grande do Sul. A letra vai além da simples descrição da festa: traz humor e autodepreciação, especialmente quando o narrador afirma “a mais feia da sala é que sempre me sobra”, mostrando um olhar descontraído sobre as situações cotidianas desses encontros.
A música celebra a tradição e a cultura gaúcha ao destacar personagens como as muchachas com “fitas e tranças compridas perfumadas de manjericão” e o gaiteiro que anima o salão. O uso de expressões regionais e a menção ao mascate que vende produtos no rincão reforçam o apego às raízes e à vida simples do campo. O verso “tiro a poeira da sola da bota no compasso desse vanerão” sugere não só a dança, mas também a ideia de renovação e alegria, como se o baile fosse um momento de esquecer as dificuldades e se entregar à música e à convivência. Assim, “Baile de Rancho” transmite pertencimento, nostalgia e celebração das pequenas alegrias da vida rural gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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