
Ultima Lembrança
José Mendes
Amor eterno e saudade em "Ultima Lembrança" de José Mendes
"Ultima Lembrança", de José Mendes, explora o amor como um sentimento que vai além da vida e da morte. A letra deixa claro esse tema ao afirmar: “Eu hei de amar-te sempre, sempre além da vida / Eu hei de amar-te muito além do nosso adeus”. Aqui, o eu lírico expressa que o amor não termina com a separação ou com o fim da existência, mas permanece como uma presença constante, mesmo após a partida física. Esse conceito se conecta à tradição da música regional gaúcha, que valoriza a memória, as raízes e os afetos que resistem ao tempo. Um exemplo dessa ligação é a homenagem feita por Trindade em 2022, quando gravou a canção em memória de familiares falecidos, reforçando a ideia de saudade e legado transmitida pela música.
A canção utiliza imagens marcantes para ilustrar a continuidade do amor. No trecho “Quando eu morrer permita Deus que nesta hora / Ouças ao longe o cantar da cotovia / Será minh'alma que num canto triste chora”, a cotovia representa a alma do amante, que tenta consolar quem ficou mesmo após a morte. Já o verso “Eu viverei no violão que a noite tomba / Ante a janela da silente madrugada” sugere que a presença do amado se mantém viva por meio da música e da poesia, que guardam sentimentos e memórias. Assim, "Ultima Lembrança" mistura nostalgia e melancolia ao abordar a impossibilidade do reencontro, mas também oferece consolo ao mostrar que o amor verdadeiro se transforma em lembrança eterna, resistindo ao tempo e à ausência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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