
Ônibusfobia
Jota Quest
Cotidiano e humor no transporte em "Ônibusfobia" do Jota Quest
Em "Ônibusfobia", o Jota Quest usa o bom humor para retratar as dificuldades do transporte público no Brasil. A repetição da frase “isso aqui tá muito bom” aparece de forma irônica, contrastando com as situações desconfortáveis e caóticas vividas diariamente por quem depende de ônibus. Esse recurso cria um efeito cômico, mostrando como as pessoas lidam com os problemas do dia a dia com resignação e leveza.
A música também destaca a diversidade cultural do país ao citar diferentes nomes regionais para ônibus, como “balaio” (Belo Horizonte), “buzu” (Salvador) e “bumba” (São Paulo). Isso aproxima a canção da realidade de públicos variados, tornando a experiência do transporte coletivo algo facilmente reconhecível em várias regiões. Ao mencionar bairros distantes, como Jacarepaguá e Carapicuíba, a letra brinca com o exagero das distâncias e das dificuldades de acesso, especialmente para quem depende de ônibus: “Jacarepaguá só se eu tiver de carro / Se não não vou nem se amarrado”. A referência ao ensaio na casa do Paulinho, baterista da banda, traz um toque pessoal, mostrando que até os músicos enfrentam os mesmos desafios. Situações típicas, como “ficando só de pé / ou enquadrando a bunda / desesperado pra chegar”, são descritas de forma leve, reforçando o tom descontraído. No fundo, "Ônibusfobia" faz uma crítica social suave, usando o cotidiano para criar identificação e arrancar sorrisos, sem perder a leveza característica do Jota Quest.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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