
Tempo Perdido
Jota Quest
Reflexão sobre o tempo e juventude em “Tempo Perdido”
A versão de “Tempo Perdido” gravada pelo Jota Quest, com a participação de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, reforça a força da música como um elo entre gerações do rock brasileiro. A escolha desses músicos, integrantes da formação original da Legião Urbana, traz ainda mais autenticidade e respeito à mensagem da canção. O verso “Não tenho mais o tempo que passou / Mas tenho muito tempo / Temos todo o tempo do mundo” destaca a reflexão sobre a passagem do tempo, mas sem se prender ao arrependimento. A música valoriza o presente e a possibilidade de recomeçar, mesmo diante das perdas e do que ficou para trás.
A letra explora contrastes importantes, como em “Nosso suor sagrado / É bem mais belo que esse sangue amargo”, sugerindo que o esforço e as experiências vividas são mais valiosos do que o sofrimento do passado. A repetição de “Temos nosso próprio tempo” e “Somos tão jovens” reforça a ideia de que juventude é uma atitude diante da vida, não apenas uma questão de idade. O tom nostálgico e reflexivo da canção é equilibrado por uma mensagem de esperança e autonomia, mostrando que cada pessoa pode construir seu próprio tempo e significado, independentemente das promessas não cumpridas ou do que ficou oculto no passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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