
Chora, Viola
Jovelina Pérola Negra
Expressividade e tradição no samba em “Chora, Viola”
Em “Chora, Viola”, Jovelina Pérola Negra transforma o verso repetido “Chora, viola!” em um símbolo da emoção e da expressividade presentes nas rodas de samba, especialmente no partido alto. A canção destaca a importância da viola e do cavaquinho, instrumentos centrais nesse universo, e faz referência direta ao ambiente coletivo das rodas de samba, onde músicos e partideiros se revezam na improvisação. Esse cenário celebra a criatividade e a espontaneidade, características marcantes do samba carioca.
A letra também valoriza a relação íntima entre o músico e seu instrumento, como no trecho “Viola, o teu som entrou nos meus ouvidos / É ré é bemol, ré sustenido!”, que evidencia tanto o conhecimento técnico quanto a paixão pelo fazer musical. Ao afirmar que a viola “deita e rola em qualquer botequim” e que “se o recado é bom, ela manda pra mim”, Jovelina ressalta a presença do samba nos bares e comunidades, espaços populares onde a música serve como meio de comunicação e resistência cultural. O tom descontraído e celebratório da canção reflete a trajetória de Jovelina, que sempre manteve uma ligação autêntica com as raízes do samba e com o cotidiano do povo das periferias do Rio de Janeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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