
BRUJERIA!
Judeline
Autonomia e poder feminino em “BRUJERIA!” de Judeline
Em “BRUJERIA!”, Judeline utiliza a bruxaria como metáfora para afirmar a autonomia e o poder feminino. Ao repetir “yo estoy loca, estoy haciendo brujería” (“eu estou louca, estou fazendo bruxaria”), ela assume a intensidade de suas emoções e a liberdade de ser incompreendida. A escolha do termo “brujería” ressignifica o estigma histórico da bruxaria, transformando-o em símbolo de força, mistério e autoconhecimento. Judeline sugere que o poder feminino, frequentemente visto como algo mágico ou perigoso por quem não o entende, é, na verdade, uma expressão legítima de individualidade.
A letra equilibra melancolia e empoderamento, especialmente no trecho “me sentí bonita, pasaban los años, pero yo lo hacía eterno, bebé” (“me senti bonita, os anos passavam, mas eu tornava isso eterno, bebê”). Aqui, ela desafia a passagem do tempo e celebra a beleza e o desejo como experiências que podem ser eternizadas pela própria vontade. O verso “si había fruto yo lo iba a morder” (“se havia fruto, eu ia morder”) reforça a ideia de agir por desejo próprio, sem medo das consequências, evocando coragem e intensidade. O contexto do álbum *Bodhiria* e a produção minimalista contribuem para uma atmosfera íntima e mística, onde Judeline transforma vulnerabilidade em feitiço e faz da individualidade feminina uma fonte de encantamento e poder.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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