Um Pouco de Perfume
Judith Junqueira Villela
“Um Pouco de Perfume”: caridade que enriquece o doador
“Um Pouco de Perfume” parte de uma certeza simples: doar não empobrece; devolve ao doador um “perfume” que permanece. Ao citar literalmente o provérbio chinês — “Fica sempre, um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas” —, Judith Junqueira Villela universaliza a mensagem e a insere num horizonte espiritual cristão. Na canção, “perfume” é o efeito bom que fica em quem pratica o bem; “rosas” simbolizam a beleza do que se oferece; “mãos” são a ação concreta, o gesto repetido que transforma generosidade em hábito.
A letra progride do princípio à vida diária. Em “Dar do pouco que se tem / ao que tem menos ainda”, o foco sai da sobra e vai para a partilha mesmo na escassez. O resultado é interior: “enriquece o doador / faz sua alma ainda mais linda”. O tom é de serenidade e encorajamento, reforçando cuidado com o próximo e alegria de partilhar. No fecho, “Aos olhos de Deus, porém / é das artes a mais bela” eleva o fazer o bem à categoria de arte, com duplo sentido: a arte de viver a caridade e o eco da vocação artístico-espiritual de Judith (registrada no LP “Quando Canta o Coração”, das Edições Missionárias de Jesus Crucificado). A imagem das flores dialoga também com sua obra poética — como em “A Pedra e a Flor” —, sublinhando a delicadeza e a força de uma generosidade que perfuma quem dá e quem recebe.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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