
Cada Qual Tem Seu Valor
Juliano e Jardel
Reflexão sobre dignidade e desigualdade em “Cada Qual Tem Seu Valor”
“Cada Qual Tem Seu Valor”, de Juliano e Jardel, aborda de forma clara a experiência de quem vive à margem da sociedade, enfrentando a invisibilidade e a desigualdade social. Logo no início, versos como “Minha casa é o mundo / Minha vida é nas estradas” mostram a estrada como símbolo de uma vida errante, marcada pela solidão e pela falta de estabilidade. A sequência “Minha cama sem colchão / Minhas noites mal sonhadas” reforça a precariedade e o sofrimento diário dessas pessoas. O contraste entre quem “dorme em colchão de mola” e quem enfrenta noites difíceis destaca a distância entre diferentes realidades sociais, mostrando como o valor das pessoas muitas vezes é medido pelo que possuem, não pelo que são.
O refrão “Cada qual tem seu valor” serve como um lembrete de dignidade, mesmo diante da exclusão. A letra questiona a lógica de um mundo onde “cada qual vale o que tem / Quem não tem, não vale nada”, levantando dúvidas sobre a justiça dessa visão. A metáfora “Quem planta mudas de rosas / Colhe rosas perfumadas / Plantei flores em meu caminho / Hoje colho os espinhos” sugere que, apesar das boas intenções e dos esforços, nem sempre a recompensa é justa, e muitas vezes o retorno é o sofrimento. Com um tom direto e reflexivo, a canção aproxima o ouvinte da realidade de quem vive sem privilégios, valorizando a humanidade de todos, independentemente de posses ou status.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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