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Empoderamento e raízes nordestinas em “Tengo” de Juliette

Em “Tengo”, Juliette utiliza o refrão marcante “tengo, lengo, tengo” como uma homenagem direta ao forró tradicional e à cultura nordestina, especialmente ao legado de Luiz Gonzaga. Ao incorporar essa expressão em uma música pop, ela cria uma conexão entre o regional e o contemporâneo, reafirmando suas raízes enquanto se apresenta como uma artista moderna e autêntica.

A letra aborda temas como empoderamento feminino, sensualidade e liberdade. Versos como “Yo tengo a cara de santa, mas não se engana” e “Linda, leve, livre, li nos livros, vi na vida” evidenciam a dualidade entre aparência e essência, mostrando que Juliette não se limita a rótulos superficiais. Ela se coloca como alguém que conhece seu valor e não se deixa definir por expectativas externas. A repetição do refrão, além de remeter ao ritmo do triângulo no forró, reforça a autoconfiança e a presença marcante da artista. Já trechos como “meu cheiro vicia, meu toque alucina” exploram a sensualidade de forma leve e celebratória, sempre mantendo o tom de liberdade e autenticidade. Dessa forma, “Tengo” se destaca como um manifesto de autoestima e orgulho das origens, misturando tradição e inovação na sonoridade.

Composição: Rafinha RSQ / Juliette / Elana Dara / Carolzinha. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Danilo e traduzida por Clara. Revisão por Pedroso. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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