Côco de Embolada
Julio Caldas
Tradição e festa rural em “Côco de Embolada” de Julio Caldas
Em “Côco de Embolada”, Julio Caldas presta homenagem ao coco de embolada, um gênero tradicional do Nordeste brasileiro, ao mesmo tempo em que o reinventa. A repetição marcante de “tem porco tem cabra, tem bode tem galinha” reforça o ambiente rural e comunitário, trazendo à tona o cotidiano do interior e a vida simples do campo. A presença de personagens como Seu Domingos, Dona Maria, o padre e o delegado cria um cenário de festa popular, onde todos se reúnem para celebrar, dançar e compartilhar momentos de alegria.
O álbum “Viola de Arame” e a trajetória de Julio Caldas como pesquisador e multi-instrumentista explicam a escolha da viola caipira e a adaptação do coco de embolada, tradicionalmente acompanhado de pandeiro, para um contexto musical mais amplo. Versos como “vai ter forró e arrasta pé na casa dela” e “dançar a noite inteira até chegar a madrugada” destacam a importância da música e da dança como formas de união e celebração. O refrão, que menciona Dona Maristela rodando a saia e batendo palmas, reforça o clima festivo, enquanto o “som do pandeiro que é do côco de embolada” conecta a tradição à festa, mostrando como Caldas valoriza e atualiza a cultura popular brasileira em sua obra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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