
Não Vou Mais Chorar e Nem Me Lamentar
Jup do Bairro
Superação e orgulho em "Não Vou Mais Chorar e Nem Me Lamentar"
"Não Vou Mais Chorar e Nem Me Lamentar", de Jup do Bairro, com participações de Edgar e Mateus Fazeno Rock, traz uma mensagem clara de resistência e autossuperação. A música destaca a decisão de não se vitimizar diante das dificuldades, como fica evidente no verso: “Os tombos que eu caí, fui lá me levantar / As feridas vou curar, não precisa assoprar”. O contexto do EP "in.corpo.ração" reforça essa postura, mostrando que, mesmo diante de adversidades, há uma determinação firme de seguir em frente sem se render ao sofrimento.
A letra faz referência à vida na periferia, como em “O proceder é de quebrada / Mesmo com a sola rachada / Minha mente tá blindada”, e traz críticas sociais ao abordar o valor das relações e do dinheiro: “Quando os ouro faz barulho / Sai uns rato até do entulho / Com amizade, pra te ofertar”. O trecho “Vida bandida, marcas da vida / Quero uma que vai me patrocinar” pode ser interpretado tanto como um desejo de ascensão social quanto uma ironia sobre a busca por reconhecimento em um ambiente hostil. A menção a Exú, entidade das religiões de matriz africana, reforça a ideia de proteção espiritual e resistência. Ao final, a música reafirma a escolha de enfrentar a vida com coragem, consciência e orgulho das próprias marcas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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