
Meninos
Juraildes da Cruz
Infância livre e natureza em "Meninos" de Juraildes da Cruz
A música "Meninos", de Juraildes da Cruz, retrata a infância no campo como um período de liberdade e imaginação intensas. O verso “Não sou tanajura, mas eu crio asas, com os vagalumes eu quero voar” mostra como as crianças transformam o cotidiano em aventura, usando a criatividade para superar limites. Elementos do universo rural, como flores, cachoeiras, animais e o céu estrelado, reforçam a ligação com a natureza e a simplicidade da vida no interior, despertando uma sensação de nostalgia por tempos mais inocentes e despreocupados.
A letra também faz referência ao folclore e às histórias populares, como em “Dizem que verrugas são estrelas que a gente conta, que a gente aponta antes de dormir”, misturando crendices e imaginação infantil. O trecho “Isso é estória de nariz comprido, deixe de mentir” cita Pinóquio, símbolo das mentiras infantis, mostrando como o lúdico e o aprendizado estão presentes nesse universo. Ao mencionar “os sete anões pequeninos, sete corações de meninos e a alma leve”, Juraildes aproxima o ouvinte do mundo dos contos de fadas, sugerindo que a pureza e a leveza da infância são passageiras, mas marcantes. A canção, gravada também em álbuns infantis e interpretada por crianças, celebra a infância e a imaginação, tornando-se um verdadeiro hino à liberdade e à alegria de ser criança no interior do Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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