
Nóis é Jeca mais é Jóia
Juraildes da Cruz
Orgulho caipira e humor em “Nóis é Jeca mais é Jóia”
"Nóis é Jeca mais é Jóia", de Juraildes da Cruz, transforma o estereótipo do caipira em motivo de orgulho. A música usa humor e ironia para valorizar a identidade do homem do interior, mostrando que ser chamado de "caipira", "butina" ou "caipora" não é motivo de vergonha, mas sim de autenticidade e alegria. O verso "Nóis é jeca mais é joia" deixa claro que a simplicidade é uma qualidade, não um defeito. Juraildes destaca costumes rurais como montar a cavalo, dançar catira, pescar traíra e até tirar bicho de pé com canivete, mostrando que a vida no campo tem valor próprio e também se adapta aos tempos modernos, como no trecho "já tô na internet".
O refrão "Se farinha fosse americana, mandioca importada, banquete de bacana era farinhada" faz uma crítica bem-humorada ao preconceito contra a cultura local e à valorização do que vem de fora. Juraildes sugere que, se os produtos típicos brasileiros fossem estrangeiros, seriam considerados sofisticados, questionando o olhar preconceituoso sobre o que é nacional. A música também ironiza a pressão para aprender inglês e buscar sucesso fora do país, como em "deixe de bestaje, nóis nem sabe o portugueis", reforçando o orgulho de ser quem se é. Expressões como "nóis entra na chuva e nem móia" e "meu I love you" misturam o jeito caipira com referências pop, mostrando que tradição e modernidade podem conviver com leveza e bom humor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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