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Chula Cortada

Jussara Silveira

Tradição e cotidiano no amor em "Chula Cortada"

"Chula Cortada", interpretada por Jussara Silveira, destaca-se por unir o samba do Recôncavo Baiano a imagens do mar para falar de amor e da vida simples. O verso “Aprendi chula cortada no banguê cortando cana” mostra como o trabalho duro no corte de cana, chamado de "banguê", se conecta à tradição musical e à vivência do amor, valorizando as raízes afro-brasileiras e a cultura popular baiana, características marcantes do compositor Roque Ferreira.

A letra utiliza elementos do mar para ilustrar sentimentos, como em “se o amor é o mar, sou seu marinheiro”, comparando o amor à imensidão e imprevisibilidade do oceano. O ambiente natural – lua cheia, ondas, areia e manguezal – aproxima a canção da natureza e do cotidiano rural. Expressões como “calmaria no mar” e “ressaca” representam as mudanças de humor e os desafios das relações. O trecho “sai da roda invejosa, teu melaço não me engana” fala sobre se afastar de pessoas falsas, reforçando a busca por autenticidade. Já a frase “sapo tem o olho grande mas ele vive na lama” funciona como um provérbio, alertando sobre a inveja e lembrando a importância de valorizar a própria origem e simplicidade.

Composição: Roque Ferreira. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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