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Ran
Kagrra
Ran
すむじかぜまうじだいをにらむかたくにまたたきもせずSumuji kaze mau jidai o niramu kataku ni matataki mo sezu
うきよにはびこるくさりに、あらがうほどにのみこまれてゆくUkiyo ni habikoru kusari ni, aragau hodo ni nomikomarete yuku
すさみはてたおのれのかせを、いきどおりにみをささげ、よどみにゆがむまねこにひをともせSusami hateta onore no kase o, ikidoori ni mi o sasage, yodomi ni yugamu maneko ni hi o tomose
すむじかぜまうじだいをにらむこぶしかざして、たけりくるえけもののごとくそうがをたずさえSumuji kaze mau jidai o niramu kobushi kazashite, takeri kurue kemono no gotoku souga o tazusae
あわれみはつねにむいみに、あざけりはむげにむじひにこだまするAwaremi wa tsune ni muimi ni, azakeri wa muge ni mujihi ni kodama suru
ぜんもあくもところせんましと、せめぎあうこのしはいを、ゆれるこころいまこそふるわせZen mo aku mo tokoro senmashi to, semegi au kono shihai o, yureru kokoro ima koso furuwase
すむじかぜまうじだいをおにらむこぶしかざして、たけりくるえけもののごとくけなみをさがだてSumuji kaze mau jidai o o niramu kobushi kazashite, takeri kurue kemono no gotoku kenami o sagadate
ああ...とうしんよ、ああ...われにちからをAa... toushin yo, aa... ware ni chikara o
せんぷうまうじだんをにらむこぶしをかざして、たけりくるえけもののそうがたずさえSenpuu mau jidan o niramu kobushi o kazashite, takeri kurue kemono no souga tazusae
はにきおひるがえし、いさましくみなぎるおもいで、かぎりなくくらくうそぶいたそびえるかべをこわせHaniki o hirugaeshi isamashiku minagiru omoi de, kagiri naku kuraku usobuita sobieru kabe o kowase
Ran (Tradução)
Guerra
Parado no tempo dos ventos vibrantes, obstinadamente eu não pisco os olhos
As amarras se espalham neste mundo triste, tão opostamente elas começam a ser engolidas
Uma vez que crescido selvagem, eu estou amarrado nas correntes, com indignação eu sacrifico meu corpo, em meus distorcidos olhos vacilantes as chamas pousam olhando Parado no tempo dos ventos vibrantes, mim eu seguro meus punhos contra minha cabeça, garras em minhas mãos,a pele eriçando como uma besta louca
A piedade é sempre sem sentido, desdenhando desempedidos ecos cruéis
Ambos o bem e o mal punem, lutando contra essa regra, agora , meu coração agitado está tremendo
Parado no tempo dos ventos vibrantes, mim eu seguro meus punhos contra minha cabeça, garras em minhas mãos,a pele eriçando como uma besta louca
Ah...Deus da guerra , ah… meu poder
Parado no tempo dos ventos vibrantes, mim eu seguro meus punhos contra minha cabeça, garras em minhas mãos,a pele eriçando como uma besta louca
O estandarte vibra, memórias levantando-se bravamente, a infinita escuridão quebra a exagerada muralha



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