
Solita
Kali Uchis
Liberdade e autossuficiência feminina em “Solita” de Kali Uchis
Em “Solita”, Kali Uchis utiliza a alternância entre inglês e espanhol para destacar a dualidade de sentimentos após o fim de uma relação tóxica. Esse recurso não é apenas estilístico, mas reforça o contraste entre a dor do término e o prazer de redescobrir a própria companhia. O verso “Bailando aquí sola, como a mí me gusta” mostra que a solidão, longe de ser um castigo, representa liberdade e autocuidado. Isso fica ainda mais claro na frase “Es mejor que con el diablo” (“É melhor do que com o diabo”), expressão que, segundo a própria Uchis, significa preferir estar sozinha a se envolver em uma relação destrutiva. Assim, a música transmite a mensagem de que é melhor estar só do que mal acompanhada.
A letra aborda o processo de cura emocional, usando imagens como “serpiente venenosa” (“cobra venenosa”) e “calle rota” (“rua quebrada”) para descrever o ex-parceiro e a relação. Já versos como “I got a feeling these scars won't ever look like they're old news” (“Tenho a sensação de que essas cicatrizes nunca vão parecer coisa do passado”) revelam a dificuldade de superar as marcas deixadas. O videoclipe reforça essa narrativa ao trazer elementos como o deserto e cobras, símbolos de transformação e libertação. Ao repetir “sola” (“sozinha”) no final, Uchis transforma a solidão em um mantra de empoderamento, celebrando a decisão de se priorizar e valorizar a própria companhia, mesmo diante das cicatrizes do passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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