
Kallidade 2
Kalli
Crítica social e autenticidade em “Kallidade 2” de Kalli
Em “Kallidade 2”, Kalli utiliza referências do cotidiano periférico para construir uma narrativa marcada pela autoconfiança e pelo olhar crítico sobre a busca por respeito nas ruas. Logo nos primeiros versos, expressões como “Snap back uns beck na mochila” e “descendo o morro embriagado de Montilla” situam o ouvinte em um ambiente urbano, onde o consumo de bebidas e drogas faz parte da rotina, mas também funciona como símbolo de resistência e afirmação de identidade. O tom direto e descontraído da letra deixa claro que o artista não se preocupa com julgamentos externos, como mostra o verso “E que se foda o que cê fala / Aqui se deve aqui se paga”.
A música também apresenta críticas sociais, especialmente ao abordar a desigualdade: “Aqui os de cima devem enquanto os de baixo pagam eles dando risada e nóis brigando entre a gente”. Esse trecho reforça o compromisso de Kalli em discutir temas sociais, evidenciando sua consciência sobre as injustiças e divisões presentes na sociedade. Ao mesmo tempo, versos como “Eu encho o bolso e na saída eu toco o barco eu não vou reclamar” mostram uma postura pragmática diante das dificuldades, valorizando a sobrevivência e o progresso individual. O refrão repetido “E pode achar o que cê quiser de mim / Segue seu caminho” sintetiza a mensagem de independência e autenticidade, temas centrais tanto nesta faixa quanto na trajetória do artista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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