
I Am a God (feat. God)
Kanye West
Poder, provocação e espiritualidade em “I Am a God”
Em “I Am a God (feat. God)”, Kanye West transforma uma experiência pessoal de desrespeito durante a Paris Fashion Week em uma declaração ousada de autonomia e poder. O episódio, em que foi convidado a um desfile sob restrições, serviu de gatilho para a criação da música. Nos versos “Hurry up with my damn croissants” e “Hurry up with my damn massage” (Apresse-se com meus malditos croissants / Apresse-se com minha maldita massagem), Kanye ironiza tanto o elitismo dos ambientes de luxo quanto a deferência esperada a celebridades, ao mesmo tempo em que satiriza sua própria imagem pública.
A faixa aborda temas como autoconfiança extrema, espiritualidade e o confronto com padrões da indústria e da sociedade. Em “Even though I'm a man of God / My whole life in the hands of God / So y'all better quit playing with God” (Mesmo sendo um homem de Deus / Minha vida inteira está nas mãos de Deus / Então é melhor vocês pararem de brincar com Deus), Kanye mistura humildade religiosa com uma autopercepção quase divina, o que gerou debates sobre narcisismo e blasfêmia. O trecho “I just talked to Jesus / He said: What up, Yeezus?” (Acabei de falar com Jesus / Ele disse: E aí, Yeezus?) reforça essa dualidade, mostrando-o próximo ao divino, mas ainda consciente de sua humanidade. Ao creditar “God” como artista convidado, Kanye intensifica a provocação e estimula discussões sobre os limites entre arte, ego e espiritualidade, sugerindo que todos podem acessar sua própria centelha divina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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