
Filho Sem Sorte
Kara Véia
Dor e empatia social em "Filho Sem Sorte" de Kara Véia
Em "Filho Sem Sorte", Kara Véia une a energia contagiante do forró a uma letra marcada por tristeza e desamparo. A música conta a história de uma criança que perde a mãe aos quatro anos e, desde então, enfrenta a pobreza e a solidão ao lado do pai, sem irmãos ou qualquer outro apoio. O verso “Eu sou um filho sem sorte / Que só nasci pra sofrer” resume o sentimento de resignação diante de uma vida cheia de privações.
A letra é direta e usa imagens simples para mostrar a dura realidade de crianças órfãs: “Sua caminha é um chão / E o seu consolo é um pão / Quando acha quem lhe dê”. O contraste com outras crianças, que têm “roupinhas novas”, enquanto o protagonista veste “minhas velhas se rasgando”, reforça o isolamento e a desigualdade. O sonho com a mãe, seguido pelo despertar solitário, destaca a perda irreparável e a busca por consolo espiritual, como em “Eu rezo para mamãe / Pra o meu papai amado”. No final, o pedido para que não se desprezem “os filhinhos abandonados” transforma a dor individual em um apelo por empatia social. O contexto de Kara Véia ter escolhido cantar essa música espontaneamente em um show no Dia das Crianças reforça o impacto da mensagem e explica por que sua interpretação ficou marcada no imaginário popular nordestino.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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