
Eu Sou Um Monstro
Karina Buhr
Empoderamento feminino e resistência em “Eu Sou Um Monstro”
Em “Eu Sou Um Monstro”, Karina Buhr desafia de forma direta os estigmas sociais que associam mulheres fora dos padrões tradicionais de beleza e comportamento a algo negativo ou ameaçador. Ao afirmar “hoje eu não quero falar de beleza” e rejeitar o rótulo de “princesa”, a artista confronta a expectativa de feminilidade dócil e passiva, deixando claro que não aceita rótulos impostos. O contexto do álbum “Selvática”, inspirado em guerreiras históricas e na ideia de mulheres selvagens, reforça essa mensagem: aqui, o “monstro” representa força, autonomia e resistência, e não feiura ou desvio moral.
A repetição do verso “Eu sou um monstro” funciona como um grito de afirmação, transformando um insulto em símbolo de empoderamento. Nos versos “Mulher, tua apatia te mata / Não queira de graça / O que nem você dá pra você, mulher”, Karina faz um chamado à ação e à autovalorização, criticando a passividade diante das opressões e incentivando a busca por autonomia. A sonoridade agressiva, marcada por riffs de guitarra intensos, reforça o clima de enfrentamento e ruptura. Assim, Karina Buhr constrói uma narrativa que desafia padrões, questiona a sexualização e a docilização do corpo feminino, e propõe uma nova forma de ser mulher: selvagem, indomável e dona de si.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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