Tradução gerada automaticamente

exibições de letras 17

Leyenda de La Garganta Del Diablo

Karoso Zuetta

Letra

Lenda da Garganta do Diabo

Leyenda de La Garganta Del Diablo

Cansado da árdua tarefa de espalhar maldadesFatigado por la ardua tarea de esparcir maldades
Añá parou seu trabalho de milênios na fozAñá detuvo su trajinar de milenios en la desembocadura
Do rio Iguaçu, sob o Sol que queimavaDel río Iguazú, bajo el Sol que calcinaba
E na sesta americana, os duendes ficavam enroladosY en la siesta americana, los duendes quedaban remolones

Reclinou sua ossada ígnea sobre o leitoRecostó su osamenta ígnea sobre el cauce
O Aguas Grandes lhe estendeu seu mantoEl Aguas Grandes le extendió su manto
E Añá, ingrato e desatentoY Añá, ingratamente desaprensivo
Se afundou na auto-tentação de beber a água cristalinaSe sumió en la autotentación de beberse el agua cristalina

Abriu sua bocona vulcânicaAbrió su bocaza volcánica
O Iguaçu, violentamente decepcionadoEl Iguazú, violentamente defraudado
Despejou nela sua fúria líquidaDespeñó en ella su furia líquida
E a água vencia o fogo mais uma vezY el agua vencía al fuego una vez más
Das fauces do próprio infernoDesde las fauces del mismo infierno
Sacudiu a terra com rugidos telúricosSacudió la tierra con rugidos telúricos
Añá ficou aprisionadoAñá quedó aprisionado
Nos barrancos para sempre encurraladoEn los barrancos para siempre atrapado

Como lava bruscamente resfriadaComo lava bruscamente enfriada
O corpo de Añá se endureceuEl cuerpo de Añá se endureció
Na Garganta do Diabo, seu último suspiroEn la Garganta del Diablo, su último aliento
E o rio retornava em espuma e névoaY el río retornaba en espuma y niebla

Abriu sua bocona vulcânicaAbrió su bocaza volcánica
O Iguaçu, violentamente decepcionadoEl Iguazú, violentamente defraudado
Despejou nela sua fúria líquidaDespeñó en ella su furia líquida
E a água vencia o fogo mais uma vezY el agua vencía al fuego una vez más
Das fauces do próprio infernoDesde las fauces del mismo infierno
Sacudiu a terra com rugidos telúricosSacudió la tierra con rugidos telúricos
Añá ficou aprisionadoAñá quedó aprisionado
Nos barrancos para sempre encurraladoEn los barrancos para siempre atrapado

É por isso que os Mbya-GuaraníesEs por esto que los Mbya-Guaraníes
Reconheceram o YvymaraeyReconocieron el Yvymaraey
A Terra Sem Mal que buscavamLa Tierra Sin Mal que buscaban
Em sua peregrinação planetáriaEn su peregrinar planetario
O rio, o fogo, a guerra ancestralEl río, el fuego, la guerra ancestral
Uma vitória imortalUna victoria inmortal


Comentários

Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

0 / 500

Faça parte  dessa comunidade 

Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Karoso Zuetta e vá além da letra da música.

Conheça o Letras Academy

Enviar para a central de dúvidas?

Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

Fixe este conteúdo com a aula:

0 / 500

Opções de seleção