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The Ballad of the Witches' Road (Sacred Chant Version)

Kathryn Hahn

“The Ballad of the Witches' Road (Sacred Chant Version)”

A canção não é só um hino ritual; na série ela funciona como chave narrativa e mágica que abre o portal da Witches’ Road. Composta por Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez para Agatha All Along, esta “Sacred Chant Version” aparece no episódio 2 como o próprio rito de abertura, algo que a letra encena em “Circle sewn with fate / Unlock thy hidden gate” (Círculo costurado pelo destino / Destranca teu portão oculto). O refrão processional “Down, down, down the road” (Descendo, descendo, pela estrada) atua como encantamento performativo até que “a door appears” (uma porta aparece). O chamado aos elementos e à irmandade — “Gather sisters, fire / Water, earth and air” (Reúnam-se, irmãs, fogo / água, terra e ar) e “Burn and brew with coven true” (Queimem e preparem poções com um coven verdadeiro) — ancora o canto em tradições de bruxaria, enquanto as harmonias de Kathryn Hahn, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Patti LuPone e Debra Jo Rupp soam como um coven em uníssono, algo também evidenciado na performance no D23. Fora da tela, o ritual virou fenômeno: estreou no nº 22 da Billboard Digital Song Sales, sinal de como o feitiço melódico prendeu o público.

O tema central é a jornada iniciática: “Marching ever forward” (Marchando sempre adiante), sob a floresta — “’Neath the wooded shrine” (Sob o santuário da floresta) — e por “many miles of tricks and trials” (muitas milhas de artimanhas e provações) até a passagem se abrir. Os versos retomam arquétipos e custos do poder: “Blood and tears and bone” (sangue, lágrimas e ossos) e “Maiden, Mother, Crone” (Donzela, Mãe, Anciã). A lógica do caminho se inverte em “Where all that’s wrong is right / And all that’s bad is good” (Onde tudo que é errado é certo / e tudo que é ruim é bom), preparando um mundo em que “all that’s foul and fair” (tudo que é impuro e belo) se mistura. Há coragem serena — “I hold Death’s hand in mine” (Seguro a mão da Morte na minha) — e solidariedade ritual — “If one be gone, we carry on / Spirit as our guide” (Se uma se for, seguimos / o espírito como guia). O canto convoca temor reverente e determinação, prometendo “glory at the end” (glória no final) a quem atravessa a estrada e seus testes.

Composição: Christophe Beck, Robert Lopez, Kristen Anderson-Lopez, Michael Paraskevas, Andrew Asemokai. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Carlos. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.



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