Dono da Verdade
Kim Marques
Reflexão sobre limites e empatia em “Dono da Verdade”
Em “Dono da Verdade”, Kim Marques destaca a recusa em assumir uma postura de superioridade moral ou de detentor da verdade absoluta. No verso “Eu posso ser eu, eu posso ser você, eu posso ser nós, tudo que eu não posso ser, o dono da verdade”, o artista deixa claro que ninguém é capaz de alcançar uma verdade única e definitiva. Ele ressalta que todos carregam contradições e múltiplas facetas, reforçando a ideia de que a experiência humana é complexa e cheia de nuances.
A letra aborda diretamente a dualidade presente em cada pessoa, como nos versos “Eu posso ser a justiça, a desonestidade / Eu posso ser o bem, eu posso ser a maldade”. Kim Marques utiliza exemplos concretos para mostrar que todos podem manifestar lados opostos, o que aproxima a canção do cotidiano do ouvinte. O trecho “Posso ser a esperança, extraviada no destino / Um espírito que nasce em qualquer lugar, um menino” sugere que a renovação e a transformação fazem parte da vida, e que o autoconhecimento é um processo contínuo, influenciado pelo ambiente e pelas experiências.
Ao unir uma mensagem filosófica a uma linguagem simples, Kim Marques convida o público a refletir sobre suas próprias limitações e a evitar julgamentos precipitados. “Dono da Verdade” se apresenta como um manifesto contra o dogmatismo, defendendo a empatia e o reconhecimento das imperfeições humanas como caminho para uma convivência mais compreensiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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