
Save The Last Dance For Me
Ben E. King
Doc Pomus e o pacto em “Save The Last Dance For Me”
O que move “Save The Last Dance For Me” é a história real: Doc Pomus a escreveu após, no próprio casamento, ver a esposa dançando com outros porque, por causa da poliomielite, ele não podia dançar. Esse pano de fundo transforma o pedido do refrão em um gesto de amor vulnerável e confiante — um pacto de cuidado, não de posse.
Na letra, a voz dá leveza à festa: “You can dance/ go and have your fun” (você pode dançar/ vá e se divirta). Em seguida, delimita o compromisso: “don’t forget who’s taking you home” (não se esqueça de quem está te levando para casa), “don’t give your heart to anyone” (não entregue seu coração a ninguém) e “if he asks if you’re all alone/ can he take you home/ you must tell him no” (se ele perguntar se você está sozinha/ se ele pode te levar para casa/ você deve dizer que não). A “última dança” vira a prova do vínculo. Ben E. King, que canta a gravação original dos The Drifters, dá ternura e firmeza — “I will never, never let you go” (eu nunca, nunca vou deixar você ir). O clima de celebração — “like sparkling wine” (como vinho espumante) — contrasta com a lembrança do compromisso, o que explica a longa ressonância e as versões de Michael Bublé, Dolly Parton e Emmylou Harris.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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