
GRÁBATELO
Kiyo
Crítica à pressão social e autoestima em “GRÁBATELO” de Kiyo
“GRÁBATELO”, de Kiyo, utiliza um tom agressivo e provocativo para abordar as consequências da busca por validação externa e da superficialidade. Ao contrário de músicas que incentivam a autovalorização de forma positiva, Kiyo opta por expor o tema com ataques diretos, insultos e ironias, como em “Eres una puta, y eso te lo grabas” (“Você é uma vadia, e isso você grava na cabeça”) e “No cabes ni en el puto espejo” (“Você nem cabe no maldito espelho”). O uso repetido do imperativo “grábate” (“grava isso”) soa quase sarcástico, obrigando a personagem a confrontar uma imagem distorcida de si mesma, o que evidencia uma crítica ao culto à aparência e à pressão para se encaixar em padrões sociais.
A linguagem explícita e os xingamentos funcionam como um espelho distorcido da sociedade, mostrando como a busca por aceitação pode ser cruel e desumanizadora. O sarcasmo em frases como “Pero antes de que lo hagas, llévate el Rexona” (“Mas antes de fazer isso, leve o Rexona”) e “Ni el maquillaje te ayudará” (“Nem a maquiagem vai te ajudar”) reforça a ironia da crítica: enquanto a música parece humilhar, ela denuncia a hipocrisia e a violência verbal enfrentadas por quem tenta se afirmar. Assim, “GRÁBATELO” provoca desconforto de propósito, usando exagero e hostilidade para expor o impacto negativo da pressão social e da necessidade de aprovação, ao mesmo tempo em que convida o ouvinte a refletir sobre identidade e autoestima.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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