A Última Cartada
Kleber Ferreira
Metáforas de sorte e destino em "A Última Cartada"
"A Última Cartada", de Kleber Ferreira, utiliza símbolos tradicionais de sorte e azar para retratar a dor de uma perda amorosa. A letra faz referência a elementos como ferradura, dados e cartas, mostrando que o personagem se sente à mercê de um destino que não pode controlar. Mesmo sem ter "quebrado espelhos" ou "cruzado com gato preto", ele acredita ser vítima de um azar inevitável, como se estivesse preso em um jogo com regras injustas. A expressão "os dados do vento da sorte: creio que estão viciados" reforça essa sensação de que tudo conspira contra ele, tornando a experiência amorosa uma aposta arriscada e desigual.
O tom da música é de desabafo e resignação, especialmente nos versos "Oh, querida, deve ser azar, só pode ser maldição / Ter-te foi meu prêmio, perder-te, minha perdição". O personagem questiona se sua má sorte é resultado de uma "estrela apagada" ou se já nasceu "marcado", sugerindo que vê o sofrimento como algo predestinado. Apesar disso, a letra também traz uma ponta de esperança: ao falar em "arrumar uma ferradura" e "mudar o caminho", ele demonstra vontade de desafiar o destino e apostar novamente no amor. Assim, a canção equilibra a sensação de impotência com o desejo de reverter o azar, mostrando que, mesmo diante das adversidades, ainda é possível acreditar em uma nova chance.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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