
PRISIONEIRO DO TEMPO
Kleber Ferreira
Reflexão sobre culpa e saudade em "PRISIONEIRO DO TEMPO"
Em "PRISIONEIRO DO TEMPO", Kleber Ferreira explora a sensação de estar preso ao passado e ao arrependimento, trazendo uma dimensão existencial marcante para a música. O título e o refrão, ao mencionar ser "prisioneiro do amor, e do tempo", mostram que o personagem está atado tanto às lembranças de um relacionamento perdido quanto à incapacidade de mudar o que já aconteceu. Essa abordagem dialoga com reflexões clássicas sobre o tempo, como as de Ferreira Gullar e Olivier Messiaen, que também tratam da relação entre memória, perda e o fluxo inevitável dos dias.
A letra apresenta uma narrativa de perda e culpa, evidenciada em versos como “Nos bares esvaziados, seu riso é lembrado” e “O eco de sua falta, no meu coração grita”. O arrependimento aparece de forma clara quando o personagem admite não ter percebido a dor do outro: “Eu não percebia, uma dor que chegava / Teus sonhos despedaçados, e eu só me calava”. O desejo de voltar no tempo, expresso em “Se ao menos o tempo pudesse voltar / No teu abraço perdido, eu queria estar”, reforça a impotência diante do passado e a esperança de redenção. O tom melancólico e reflexivo é intensificado pela repetição do refrão, que evidencia o ciclo de lembrança e sofrimento. No final, a música sugere uma busca por perdão e a possibilidade de reencontrar a felicidade, mesmo que distante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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