
Até Acontecer
Kleberiano
Dor invisível e empatia em "Até Acontecer" de Kleberiano
Em "Até Acontecer", Kleberiano aborda o sofrimento invisível e a indiferença das pessoas diante da dor alheia. Frases como “Eu tô morrendo na sua frente, mas você não vê” e “Eu tô com a corda no pescoço, mas você não vê” deixam claro o desespero do narrador, ao mesmo tempo em que criticam a falta de empatia de quem está ao redor. O refrão “Ninguém nunca vê, até acontecer” serve como um alerta sobre como muitos só percebem a gravidade de uma situação quando já é tarde demais, destacando a negligência emocional presente nas relações.
A letra traz exemplos concretos, como o amigo ausente, a roupa desbotada e a família distante, para mostrar o esvaziamento progressivo da vida do narrador. Esses detalhes do cotidiano ganham significado ao representar a perda de vínculos afetivos e das pequenas alegrias. O segundo verso aprofunda o tema ao mencionar sonhos não realizados e memórias que se apagam, reforçando a sensação de isolamento. Ao tratar de temas delicados como o suicídio de forma indireta, especialmente em versos como “Eu tô com a corda no pescoço” e “Eu tô com o dedo no gatilho”, Kleberiano convida o ouvinte a refletir sobre a importância de perceber e acolher o sofrimento do outro antes que seja tarde.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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