
Fantasmas
Kleberiano
Memórias e solidão no tempo em "Fantasmas" de Kleberiano
Em "Fantasmas", Kleberiano aborda de forma direta como as lembranças de pessoas que já partiram continuam presentes no cotidiano. A expressão "gaveta cheia de fantasmas" mostra como memórias e fotos antigas mantêm viva a presença de quem se foi, mesmo que essas imagens estejam cada vez mais distantes. O verso "Rostos antigos em imagens desgastadas" reforça essa ideia, mostrando que, apesar do tempo apagar detalhes, a saudade permanece e influencia o sentimento de solidão que atravessa a música.
A repetição de "Pessoas vêm, pessoas vão" e a frase "no meu futuro só enxergo solidão" destacam a percepção de que as relações humanas são passageiras. Kleberiano reflete sobre a inevitabilidade das perdas, seja pelo afastamento de amigos ou pelo envelhecimento dos familiares. O trecho "Eu pisco os olhos e a vida passa / O tempo não quer parar" expressa a angústia diante da rapidez do tempo, enquanto "Sinto falta de quando era criança / Não havia preocupação" contrasta a leveza da infância com o peso das responsabilidades adultas. Assim, "Fantasmas" é um retrato sensível sobre a passagem do tempo, a saudade e a importância de valorizar as pessoas enquanto ainda estão presentes.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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