
Pelotas
Kleiton e Kledir
Memórias e identidade em "Pelotas" de Kleiton e Kledir
A música "Pelotas", de Kleiton e Kledir, retrata de forma sensível como as lembranças de infância e as referências culturais constroem o sentimento de pertencimento dos irmãos à cidade onde nasceram. A letra destaca detalhes do cotidiano, como "contei paralelepípedos a caminho da escola" e "sonhei ladrilhos hidráulicos, paredes de escariola", transformando elementos urbanos em símbolos de memória afetiva. As brincadeiras tradicionais, como pião, bolinha de gude, pandorga e ioiô, reforçam a ideia de que, apesar do tempo, a essência do menino que cresceu em Pelotas permanece viva: "Eu sou o mesmo guri".
A canção é uma homenagem direta à cidade, evidenciada pelas menções a locais marcantes como a Santa Casa, o Theatro Guarany, a Praça Sete de Abril e o Café Aquário. A referência aos doces típicos – pessegada, fios de ovos, bem-casados e pastéis de Santa Clara – celebra a culinária local e traz à tona o sabor das lembranças e a doçura da infância. Ao citar bairros como Fragata, Areal, Três Vendas, São Gonçalo e as Praias do Laranjal, a música constrói um verdadeiro mapa afetivo, reforçando o vínculo dos artistas com cada parte da cidade. O verso final, "Ando nos braços do mundo, mas sempre volto pra ti!", resume o sentimento de quem, mesmo conhecendo outros lugares, mantém Pelotas como referência de lar e identidade, um amor que "não tem fim, como uma rua infinita".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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