
O Tatu
Kleiton e Kledir
A leveza do cotidiano gaúcho em “O Tatu” de Kleiton e Kledir
"O Tatu", de Kleiton e Kledir, utiliza a figura do tatu como uma metáfora bem-humorada para retratar o homem simples do interior do Rio Grande do Sul. A letra conta a história de um tatu que "nunca pode ajuntar" riquezas e só tem "um balandrau muito velho que o defunto pai lhe deu". Esses versos refletem a realidade de muitos trabalhadores rurais gaúchos, destacando a simplicidade, a herança cultural e a dignidade diante das dificuldades da vida.
A música se destaca pelo uso de expressões e imagens típicas do folclore gaúcho, como o tatu "batendo casco na estrada" e "vestidinho, preparado; parecia um capitão, de camisa de babado". Esses detalhes reforçam o tom descontraído e carismático da canção. O trecho "O tatu é bicho manso, não pode morder ninguém; inda que queira morder o tatu dentes não tem" brinca com a ideia de inofensividade, mostrando que, mesmo diante dos desafios, o personagem mantém a gentileza e o bom humor. Ao adaptar essa canção tradicional, Kleiton e Kledir preservam o espírito do folclore sulista e celebram a resiliência e o otimismo do povo gaúcho, tornando a música acessível e divertida para todas as idades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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