
AINDA SOU O MESMO (part. Leviano)
Klisman
Identidade e superação em "AINDA SOU O MESMO (part. Leviano)"
Em "AINDA SOU O MESMO (part. Leviano)", Klisman explora a tensão entre ascensão social e fidelidade às próprias origens. A repetição do verso “Baby eu ainda sou o mesmo” destaca como, mesmo após conquistas materiais e fama, o protagonista sente que sua essência continua marcada pelas dificuldades da vida nas ruas. O trecho “Meu maior medo é pobreza / Eu vou correr até não ter mais meu joelho” evidencia o medo constante de voltar à pobreza e a urgência de quem luta diariamente para sobreviver, um tema recorrente no rap brasileiro.
A música também aborda a violência cotidiana, como em “Mano eu vi irmão matando irmão por muito pouco”, mostrando o impacto desse ambiente na formação de valores e no desejo de proteger a família. Ao dizer “clono o cartão de um gay / eu não tenho preconceito”, Klisman revela uma postura pragmática diante da criminalidade, sem julgamentos morais, apenas sobrevivência. O refrão reforça que, apesar das mudanças externas — dinheiro, fama, roupas de marca —, as marcas do passado permanecem. No final, ao perguntar “Onde isso vai parar? / Quantas mãe vai ter que chorar?”, a música amplia o olhar para o ciclo de violência e sofrimento coletivo, mostrando que as conquistas individuais não resolvem os problemas estruturais da comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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