
Sakura
Kobukuro
A efemeridade e o amadurecimento em “Sakura” de Kobukuro
Em “Sakura”, do duo Kobukuro, a flor de cerejeira é usada como símbolo para expressar a transitoriedade dos momentos e sentimentos, especialmente no contexto dos relacionamentos e do amadurecimento. O verso “Sakura no hanabira chiru tabi ni / Todokanu omoi ga mata hitotsu” (“A cada vez que as pétalas de cerejeira caem / Mais um sentimento que não chega ao destino”) conecta a imagem das pétalas caindo à ideia de sentimentos não correspondidos ou experiências que não podem ser recuperadas, reforçando o tema da efemeridade, muito presente na cultura japonesa.
A letra também fala sobre o crescimento pessoal diante das perdas e das mudanças inevitáveis do tempo. Quando menciona “Namida to egao ni kesareteku / Soshite mata otona ni natta” (“Apagados por lágrimas e sorrisos / E assim, mais uma vez, me tornei adulto”), a música sugere que tanto as dores quanto as alegrias fazem parte do processo de amadurecimento. A metáfora da flor que “não quer ser arrancada” e que “não é uma flor forte, mas uma única flor que balança de forma efêmera” reforça a ideia de que a vulnerabilidade e a delicadeza também são formas de força. Assim, “Sakura” propõe uma reflexão sobre como as lembranças, inclusive as dolorosas, ajudam a construir quem somos, e como a beleza dos momentos está justamente em sua impermanência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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