Impregnância - Springtrap/Willian Afton
Koffesh
Um acordo, uma pizzaria
Pra vir trazer sua família
Conquistar tantos corações
Uma ideia surgiria
Animatrônics vão animar o show
Vamos todos brincar de novo
Não esperava te perder tão novo
Não acredito, moleque
Meu filho preso na mandíbula do animatronic
Não acredito, não acredito
Gritos se tornam cada vez mais distantes
Meu filho está preso em uma máquina que eu mesmo criei
Seu sangue se enche de culpa
Henry, o que acha de sentir o que eu senti só dessa vez?
Como é perder a sua queridinha?
Parte da sua família
Te enlouquecerá como me fez
Todas as crianças irão brincar
Com o homem roxo em outro lugar
Com essa decisão, a cada passo eu perco o controle
Veja meu olhar no escuro
Eu vou te achar, não importa onde
Continue, só corra
Respire, procure um abrigo
Mas não adianta se esconder
Consegue escutar os berros dos seus amiguinhos?
O próximo será você
Desligue as câmeras
Eu vou te encontrar
Não adianta mais gritar
Ninguém vai mais te achar
Seu corpo vai sangrar
Venha vir festejar
Seus corpos em animatrônics vou dilacerar
Te disse, ó minha pequena
Avisei pra não insistir em chegar perto
Ignorou o que eu disse mesmo sabendo que no fim eu estava certo
Mas como ainda me reconhece
Um engano?
Por que não me entristece?
Busco conhecimento na prática
Encontro remanescentes
São ligados ao metal
Danos, se aquecer, desfaço
Se ter morte, eu retomo
A morte não será o fim
Será um novo plano novamente
Meu desejo me molda
E eu preciso destruir e realocar cada peça
Cada espírito, o meu vício
Cada espírito me tomando
Sinto isso me chamando
A curiosidade é um espanto
Veja o quanto está me enganando
Cada pedaço, veja voando
As almas vão se levantar
Ergam-se pra buscar sua vingança
Sangue jorrando, chão chega a invadir pulmão
Cada órgão sendo perfurado
Quanta agonia, ossos ferem
O coração, cegos sem perdão
Pedir ajuda seria inútil
Não vejo saída
Não pisque, seus olhos
Quando entrar no breu
Dizem que o homem de roxo um dia se perdeu
O fogo se alastrando, mas quem se ergueu fui eu
Seu pesadelo vive, ele nunca morreu
Queimando e apodrecendo
Eu não me sinto frágil
O terror começa quando eu der o primeiro passo
Não adianta se esconder
Eu sei que eu te acho
Será meu convidado pro show de sangue impregnado
Noção de tempo eu não tenho
Meu corpo nem é mais humano
Metal e vísceras se corroendo, ou melhor, estão enferrujando
Michael, te darei uma missão
Vá atrás da sua irmã
Ela é uma ótima criação
Veja se enxerga o amanhã
E nesse pesadelo, filho, nem eu o reconheço
Você ainda é o mesmo vermezinho de antes
Eu sou o novo desespero
Fiz um novo recomeço
Acima, e eu prevaleço
Estamos distantes
Deixe as chamas queimar
Pode até tentar, mas não vai mudar
Não vai apagar
Pode até tentar, mas não vai mudar
Minha família toda reunida
É você, Henry, quem diria
Que finalmente se meteria e tentaria me matar
Um labirinto tão infinito
Criado pra nos atrair
Mas você tá se achando de mais
Achando que pode me destruir
Eu sempre fui, vocês foram meras peças testadas
No teatro, orquestras em chamas
Minhas garras ainda não prendem
Eu vou ao inferno, pode tremer, porque eu volto
Não pisque, seus olhos
Quando entrar no breu
Dizem que o homem de roxo um dia se perdeu
O fogo se alastrando, mas quem se ergueu fui eu
Seu pesadelo vive, ele nunca morreu
Queimando e apodrecendo
Eu não me sinto frágil
O terror começa quando eu der o primeiro passo
Não adianta se esconder
Eu sei que eu te acho
Será meu convidado pro show de sangue impregnado
Ela sempre volta



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