
Correria
Korzus
Pressão urbana e ansiedade em “Correria” do Korzus
A música “Correria”, da banda Korzus, retrata de forma direta o impacto psicológico do cotidiano acelerado e opressivo, especialmente nas grandes cidades. Termos como “a voz do pânico” e “taquicardia” são usados não só de maneira literal, mas também como metáforas para o estado constante de ansiedade e paranoia vivido pelo personagem da música. O fato de a faixa abordar abertamente temas como estresse e ansiedade, pouco comuns no thrash metal brasileiro, ganha ainda mais força por ser cantada em português, facilitando a identificação do público com a mensagem.
A letra revela um ciclo de pressão e desilusão: “É quando rola a nóia / E não dá para resolver / Assustado, apavorado / Mergulhado na deprê” mostra como a impotência diante dos problemas diários pode levar à depressão e ao medo. Já o trecho “Hoje confiança / Já virou um dever / Sinto falta do passado / Sinto falta de união” faz uma crítica social à perda de valores como confiança e solidariedade, substituídos por relações superficiais e individualistas, como reforçado em “Só vejo gente fina / Dando uma de cuzão”. A repetição da palavra “correria” enfatiza a sensação de estar preso em um ciclo sem fim de pânico e estresse. A participação de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, contribui para o peso da faixa, transformando a experiência angustiante em um hino catártico para quem sente a pressão do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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