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El Gaditano Ya Desde La Cuna (popurrit)

La Comparsa del Jona

Letra

O Gaditano Desde o Berço (mash-up)

El Gaditano Ya Desde La Cuna (popurrit)

O nativo de Cádiz desde o berçoEl gaditano ya desde la cuna
Para a tortura de suas afliçõesPara tortura de sus quebrantos
Em vez de um pão comoEn vez de un pan como
O resto das criançasEl resto de los niños
CarregarLleva
A pá debaixo do braçoLa pala debajo del brazo

E umY un
Rosário pendurado no pescoçoRosario colgao del cuello
Para rezar pelos seus herdeirosPara rezar por sus herederos
O dístico penetra na almaLa copla clava en el alma
Sangrando pela gargantaQue desangra desde su garganta
Por estaPor este
Canto amaldiçoado de CadizCádiz maldito rincón
Isso me deixou presoQue me tiene preso
Cadiz, bendito é o teu amorCádiz bendito tu amor
Mesmo que esteja nos ossosAunque esté en los huesos
Naquela manhã eu previQue una mañana que vaticinaba
Eu me vi rejeitadoMe encontré proscrito
Dos meus próprios sonhosDe mis propios sueños
Numa terra sem trabalhoEn una tierra sin curro
Morador de ruaSin casa
Sem paixãoSin pasión
Sem almaSin alma

Tradição nem sotaqueTradición ni acento
Sem mais indústriaSin más industria
Que o branco infinitoQue el blanco infinito
Das suas areiasDe sus arenas
Que é uma canção de carnavalQue una canción de carnavales
E algumas cavalas caleterasY unas caballas caleteras
Sem mais governosSin más gobiernos
A de um NazarenoQue el de un nazareno
Afogando mágoasAhogando penas
Sem nenhuma vergonha ou coragemSin más vergüenza ni cojones

O do silêncio nas calçadasQue el del silencio en las aceras
Por estaPor este
Canto amaldiçoado de CadizCádiz maldito rincón
Isso me deixou presoQue me tiene preso
Cadiz, bendito é o teu amorCádiz bendito tu amor
Mesmo que esteja nos ossosAunque esté en los huesos
E se Cádiz se enterraY si Cádiz esta enterrándose
Em seu próprio soloEn su propio suelo
É porque está infestadoEs porque esta infestada
De pássaros de mau agouroDe pájaros de mal agüero
Aqueles mesmos que sem leisEsos mismos que sin leyes
Sem regras ou enredosSin normas ni tramas
Eles erguem mausoléusLevantan mausoleos
À custa do nosso infortúnioA costa de nuestra desgracia
Governando OradonsOradones gobernantes
Que prometem ajudarQue prometen ayudar
Até as nádegas delaHasta que sus posaderas
Eles chegam ao ninhoLlegan hasta el nido
Abutres especulativosBuitres especuladores
Que amassa sem dóQue amasando sin piedad
Eles fazem meus pardaisHacen que mis gorriones
Marcha para o exílioMarchen al exilio
Empresários catadoresEmpresarios carroñeros
Que são nutridosQue se nutren

De dócil servidãoDe la dócil servidumbre
A que estamos sujeitosA la que nos tienen sometidos
Gaditanos OcultosGaditanos escondidos
Como corujas tristesCual lúgubres lechuzas
Eles quebram da árvoreQue rajan desde el árbol
E eles se recusam a lutarY rehúsan la lucha
CorujasBúhos
Que vivem dormindoQue viven dormidos
Os cativos são apresentadosPresentan cautivos
Migalhas de pãoMigajas de pan
Corvos negrosNegros cuervos
Picando meu povoPicando a mi pueblo
Deixando para os ossosDejando en los huesos
Nossa dignidadeNuestra dignidad
Mas Cádiz está se enterrandoPero Cádiz esta enterrándose
Em seu próprio soloEn su propio suelo
É porque está infestadoEs porque esta infestada
De pássaros de mau agouroDe pájaros de mal agüero

Mas Cai é apenas um reflexo fielPero Cai tan solo es un fiel reflejo
Deste mundo escuro e sua doençaDe este oscuro mundo y su enfermedad
Em que os sentimentos estão enterradosEn los que se entierran los sentimientos
Para nos libertarmos do que é dos outrosPa librarnos de lo ajeno
E fugir da realidadeY evadir la realidad
E estamos colocando terra no meioY vamos poniendo tierra de por medio
Para não sofrerPara no sufrir
Para não lutarPara no luchar
Mesmo que nossos corações fiquem pretosAunque el corazón se nos tiña negro
Da indolência do silêncioDe indolencia de silencio
De falta de humanidadeDe carente humanidad
CoveiroSepulturero
Vamos enterrar a verdadeSoterremos la verdad
Terra no meioTierra de por medio
Para sonhos desfeitosPor los sueños rotos
Que naufragaram no estreitoQue naufragaron en el estrecho
Para as almas sujasPor las sucias almas
Que com suas bombasQue con sus bombas
Eles semeiam medoSiembran el miedo
Para os genocidasPor los genocidas
Essa saudade da terraQue ansiando tierra
Eles matam a pazMatan la paz
A vozLa voz
LiberdadeLa libertad
Em nome de DeusEn nombre de Dios
E AláY Ála

Terra no meioTierra de por medio
Para os ditadoresPor los dictadores
Eles continuam a acorrentar cidadesQue siguen encadenando pueblos
Terra do medoTierra de por miedo
Para as pequenas criaturasPor las criaturitas
Para aqueles que são privados de seus direitosA las que despojan en sus derechos
Para quem investePor quien invierte
Em que eles cortaram seu capitalEn que recorten su capital
Para infâncias contaminadasPor infancias mancilladas
Para mulheres abusadasPor mujeres maltratadas
Por governos incapazes de agirPor gobiernos incapaces de actuar
Jogue terra por medoEcha tierra de por miedo
Feche esse buraco logoCierra pronto este agujero
Porque se permanecer abertoPorque como siga abierto
Eu sou aquele que vai me jogarSoy yo el que se va a tirar
Perto da CaletaCerquita de la Caleta
Eu reservei um lugarHe reservado un sitito
Para adormecer ao seu ladoPara dormirme a tu vera
Quando a estrada terminaCuando se acabe el camino
Eu decorei com floresLo he decorado con flores
Para que todo mês de novembroPara que cada noviembre
Só venha com um bom vinhoSolo vengan con buen vino
E assim podemos comemorarY así podamos celebrar
E torradaY brindar
Pela vida que viviPor la vida que he vivido

E como naquele buraco muito particularY como en ese hueco tan particular
O que é luxo nesta vidaLo que en esta vida es lujo
Que eu consegui amassarQue haya podido amasar
Eu enchi o coraçãoHe rellenado el corazón
Qual mochilaCual zurrón
Com riquezas de verdadeCon riquezas de verdad
Eu levo isso para o túmuloMe llevo a la tumba
Segredos que pesamSecretos que pesan
Os beijos proibidosLos besos prohibidos
Das portas das casasDe las casapuerta
Meus versos furiososMis coplas rabiando
Pela Praça FragelaPor plaza Fragela
O sabor do ensopadoEl sabor del puchero
E os croquetes da minha avóY las croquetas de mi abuela
Paisagens divinasPaisajes divinos
Da estradaDe la carretera
Conselhos de amigosConsejos de amigos
Olhares que queimamMiradas que queman
Minha garotinha no berçoMi niña en la cuna
Me pedindo guerraPidiéndome guerra
Para Camarón e vizinhançaA Camarón y al barrio
Cantando para as galerasCantando por las galeras
Sonhos e fracassosSueños y fracasos

Medos que congelamMiedos que hielan
Colheitas de abraçosCosechas de abrazos
Quinze bebedeirasQuince borracheras
O pôr do solLas puestas de soles
Seu amor tatuadoTu amor tatuado
E minha mãe está costurandoY a mí mare cosiendo
As feridas que me deixaramLas herías que me han dejao
São as pequenas coisas que você não vêSon las pequeñas cosas que no ves
Aqueles que nos fazem viver todos os diasLas que nos hace vivos cada día
Aqueles que levarei para o túmulo quando eu estiver mortoLas que muerto a la tumba llevaré
Dentro da almaDentro del alma
Para o outro ladoPa la otra vía
Embora para seu epitáfioAunque para tu epitafio
Eu já tinha você escritoYo ya te tenía escrita
Uma música intituladaUna canción titulada
Não te esquecemos TacitaNo te olvidamos Tacita
Eu preferi apagar issoHe preferido borrarlo
Bem, ele simplesmente morre em vida.Pues solo muere en la vida
Aquele que não é lembradoAquel que no es recordado
E felizmente para vocêY a ti por suerte
Ninguém te esqueceNadie te olvida

É por isso que em cada buracoPor eso en cada agujero
Que arrancamos do teu soloQue arrancamos de tu suelo
Estou plantando uma sementeVoy sembrando una semilla
Com sementes de cada memóriaCon simientes de cada recuerdo
Daquela resiliente CádizDe ese Cádiz resistente
Combativo e dissidenteCombativo y disidente
Que regaram com seu sangue e suorQue regaron con su sangre y su sudor
Nossos avósNuestros abuelos
Ainda temos muita vida pela frenteQue aun nos queda mucha vida
Enquanto a raiz sobreviverMientras la raíz perviva
Enquanto nossos filhos lambemMientras laman nuestros hijos
O sal das nossas feridasEl salitre de nuestras heridas
Enquanto eles acendem barricadasMientras prendan barricadas
Pelas pontes e pela sua baíaPor los puentes y tu bahía
Enquanto houver um pequeno barco sobrandoMientras quede una barquita
Para ir pescarPa ir a pescar
Enquanto minha menina canta num cantoMientras mi niña cante en una esquina
Canções de robôsCoplillas de Robots
E os homens do marY hombres del mar
E no outro Juan Villar de alegriaY en la otra Juan Villar por alegría
Ressoa na voz do PombalResuene en la voz del Palomar

Eu ainda vejo brotos verdesAun percibo brotes verdes
Germinando em suas paredesGerminando en tus murallas
Eu ainda sinto o fogo queimandoAun percibo el fuego ardiente
Do LevanteDel Levante
Entrando em suas janelasEntrando en tus ventanas
Eu ainda me sinto como a terraAun siento como la tierra
Com suas flores eles nos contamCon sus flores nos indican
Ainda há motivos para a ressurreiçãoQue aún quedan motivos para la resurrección
Eu ainda vejo brotos verdesAun percibo brotes verdes
Germinando em suas paredesGerminando en tus murallas
Eu ainda sinto o fogo queimandoAun percibo el fuego ardiente
Do LevanteDel Levante
Entrando em suas janelasEntrando en tus ventanas
Eu ainda me sinto como a terraAun siento como la tierra
Com suas flores eles nos contamCon sus flores nos indican
Ainda há motivos para a ressurreiçãoQue aún quedan motivos para la resurrección
Na TaçaEn la Tacita
Da minha pequena xícaraDe mi Tacita


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