
NINGUÉM ME ENSINOU
Lagum
Reflexão sobre amadurecimento e saudade em “NINGUÉM ME ENSINOU”
A música “NINGUÉM ME ENSINOU”, da Lagum, explora a solidão e a incerteza que acompanham o amadurecimento e a busca por identidade. O verso “Ô, ninguém me ensinou / Pra onde eu vou, ninguém vai” expressa como cada pessoa precisa trilhar seu próprio caminho, sem garantias ou orientações claras. Esse sentimento ganha ainda mais profundidade ao sabermos que a canção foi lançada como homenagem ao baterista Tio Wilson, cuja morte precoce marcou profundamente a banda e seus fãs. A letra, que era a favorita de Tio Wilson, fala sobre juventude, vontade de viver intensamente e a procura por sentido, temas que se tornam ainda mais emocionantes diante da perda de alguém tão próximo.
A canção mistura leveza e vulnerabilidade ao abordar a pressão de crescer e a ansiedade diante do futuro, como em “Tenho vinte e tantos planos pra antes dos trinta anos / Alguém diz pra onde vamos, tenho pressa de existir”. O refrão “Quem te ensinou a sonhar?” reforça a ideia de que não existe um manual para a vida, e que cada um precisa aprender a lidar com sonhos, erros e expectativas por conta própria. Versos como “Eu sou o Sol da meia-noite e a Lua cheia de manhã / Mas me visto de mim mesmo da cabeça aos pés” celebram a individualidade e a liberdade de ser quem se é. Assim, “NINGUÉM ME ENSINOU” se destaca como um tributo à autodescoberta, à saudade e à importância de viver de forma autêntica, conectando experiências pessoais da banda a sentimentos universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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