Tradução gerada automaticamente

Un tempo d'autorail
Serge Lama
Um Tempo de Trem
Un tempo d'autorail
Minhas mãos, minhas pobres mãosMes mains mes pauvres mains
Procurando como derCherchant vaille que vaille
Pra desenterrar seus seiosA débusquer tes seins
Debaixo da sua malhaSous ta cotte de mailles
Seus irmãos no jardimTes frères dans le jardin
Que choramingam e gritamQui pleurnichent et qui braillent
Sob o céu cinza e doenteSous le ciel gris malsain
De um subúrbio enferrujadoD'une banlieue ferraille
Jogo de bocas e mãosJeu de bouches et de mains
À sombra dos portõesA l'ombre des portails
A gente se abraçava à toaOn s'étreignait pour rien
Encostados nas paredesAdossés aux murailles
Onze horas e dois, último tremOnze heures deux, dernier train
Eu voltava pra casaJe rentrais au bercail
Essas lembranças tristesCes souvenirs chagrin
Eu digo pra elas bye byeMoi je leur dis bye bye
Agora como um cachorroDésormais comme un chien
Em um espantalhoSur un épouvantail
Até sentir meus rinsJusqu'à sentir mes reins
E meu corpo que desmaiaEt mon corps qui défaillent
Eu libero o gritoJe libère le suin
Que ecoa nas minhas entranhasQui crie dans mes entrailles
Num ritmo de tremSur un rythme de train
Um tempo de autorailUn tempo d'autorail
Sobre corpos emprestadosSur des sexes d'emprunt
Desenfreados eu me fartoEffrénés je ripaille
Esfrego perfumesJ'écrase des parfums
Sobre bocas coraisSur des bouches corail
Elas me arranham os rinsElles me griffent les reins
Com suas unhas de esmalteDe leurs ongles d'émail
Num ritmo de tremSur un rythme de train
Um tempo de autorailUn tempo d'autorail
Vejo rostos passandoJe vois défiler des visages
Quando a chuva de amor molha sua peleQuand la pluie d'amour inonde ta peau
Só nossos corpos viajamIl n'y a que nos corps qui voyagent
Nossos corações marcam o tempoNos coeurs marquent le tempo
A gente se acende, se apagaOn s'allume on s'éteint
Sobre o colchão que gritaSur le sommier qui braille
Eu chego a cento e vinteJe plafonne à cent-vingt
Agarrado ao seu trilhoAccroché à ton rail
Estou cheio de vinhoJe suis rempli de vin
De fumaça de frangoDe fumée de volailles
Minha pequena bomba na mãoMa petite bombe à la main
Eu faço Versailles explodirJe fais sauter Versailles
Quando o trem paraQuand s'arrête le train
A gente se espreguiça e bocejaOn s'étire et on baille
Lá fora é a rotinaDehors c'est le train-train
De Paris que se apagaDe Paris qui grisaille
Quando o trem paraQuand s'arrête le train
Ela coloca seu suéterElle remet son chandail
Um rápido retoque no banheiroUn petit coup de salle de bains
Ela corre pro trabalhoElle court vers son travail
Num ritmo de trem, no tempo de autorail...Sur un rythme de train au tempo d'autorail...



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