
Caí N'água
Lamartine Babo
Irreverência feminina e ironia social em “Caí N'água”
“Caí N'água”, de Lamartine Babo, destaca-se pelo humor e pela sagacidade ao retratar uma personagem feminina que desafia os padrões tradicionais do romance nos anos 1920. Ao dizer “Sou menina escolada, que namora e não casa”, a protagonista assume uma postura independente e brinca com o estereótipo da mulher que busca apenas diversão, invertendo o papel normalmente atribuído aos homens na época. O verso “Só vou na teia, de quem me paga a ceia” reforça o tom irônico, mostrando que ela se aproveita das situações sem culpa, usando a esperteza a seu favor e ironizando os pretendentes.
O refrão “Cai n'água, Cai n'água” funciona como uma provocação, sugerindo que os homens acabam sendo enganados ou iludidos por ela. A letra, com sua linguagem leve e descontraída, é típica do estilo de Lamartine Babo, conhecido por unir humor e crítica social. O trecho “Só te posso enganar, é um trouxa ó rapaz...” evidencia ainda mais a esperteza da personagem, que está sempre à frente dos homens que tentam conquistá-la. Assim, “Caí N'água” se destaca como uma canção que diverte, mas também questiona as convenções sociais e os jogos de interesse nas relações amorosas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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