
Marchinha do Grande Galo (marcha/carnaval)
Lamartine Babo
Humor e irreverência popular em “Marchinha do Grande Galo”
Em “Marchinha do Grande Galo (marcha/carnaval)”, Lamartine Babo transforma uma situação simples do cotidiano em uma narrativa divertida, típica das marchinhas de Carnaval. O humor aparece logo no início, quando o galo canta à noite e, ao ser questionado, responde de forma direta e engraçada que a galinha carijó morreu, expressando sua saudade sem rodeios. A repetição das onomatopeias “có, có, có, có, có, có, ró” reforça o tom lúdico da música, imitando o canto do galo e criando uma atmosfera de brincadeira que convida o público a entrar no clima festivo.
A canção ainda faz uma transição para o ambiente doméstico, trazendo uma situação em que a vizinha grita à noite e o marido, em tom de piada, responde com a mesma onomatopeia, dizendo “Hoje o galo sou eu!”. Esse trecho traz um duplo sentido bem-humorado, já que “galo” é uma expressão popular para o homem que se destaca ou se impõe em casa. Assim, Lamartine Babo utiliza elementos do cotidiano e expressões populares para criar uma marchinha leve, irreverente e cheia de referências à cultura brasileira, mostrando como o Carnaval pode transformar situações simples em momentos de alegria coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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