
ECLIPSE REVERSO
LAURO
Encontros e renovação em "ECLIPSE REVERSO" de LAURO
Em "ECLIPSE REVERSO", LAURO propõe uma inversão do fenômeno natural, transformando o eclipse em um momento de revelação e encontro, em vez de escuridão. A música mistura cenas do cotidiano brasileiro, como postes acendendo e porteiros dormindo, com imagens poéticas, como girassóis questionando se o Sol morreu e serenatas nas varandas. Esses elementos criam uma atmosfera de suspensão e encanto, destacando como situações extraordinárias podem atravessar a rotina.
A letra explora a dualidade entre Sol e Lua, luz e sombra, para falar de intimidade e desejo. No trecho “Que tal então ser Sol e Lua / Eu nuvem me oculta / Encosta as costas e fala o que tu quer falar”, o eclipse se torna metáfora para um encontro amoroso, onde a escuridão cria um espaço seguro para trocas de carinho e confidências. Isso é reforçado pelo verso “É que nesse escurin é massa de beijar”. Expressões como “meu benzin” e “tô querendo carin” aproximam a canção do universo afetivo e cotidiano, tornando o eclipse um pretexto para celebrar o aconchego e a cumplicidade.
No final, a repetição de “eles verão da janela / o eclipse reverso como a gente fez” sugere que esse momento íntimo, mesmo discreto, é tão especial que poderia ser observado e até invejado por outros. A expressão “sorte de uma primavera” reforça a ideia de renovação e alegria, mostrando o eclipse como um símbolo de recomeço, ternura e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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